Violência na região aumenta a cada dia PDF Imprimir E-mail
Notícias - Vida de Trabalhador
Qui, 17 de Julho de 2014 10:17

    Jaraguá do Sul continua crescendo e com ela, a violência. Recentemente ficamos sabendo de mais uma atitude covarde que abalou a vida de uma família inteira. Trata-se de agressão seguida de morte causada por um menor de idade na vizinha Guaramirim. Não passa um dia sequer sem que tenhamos conhecimento de mais uma tragédia, como a do pai que simula o sequestro da própria filha, do companheiro que espanca a mulher e de tantos outros casos, contrariando tudo o que se pensa e sente sobre respeito e dignidade.

    A violência tem se feito presente em todas as suas formas, causando perplexidade e revolta à sociedade.

    É nessa hora que a gente pensa: onde a humanidade errou tão feio para estarmos em uma situação de medo permanente de tudo e de todos? Lutamos por uma vida melhor e, para alguns, a tão almejada vida melhor é ceifada violentamente seja por um tiro de arma de fogo ou no trânsito, outra forma de violência tão ou mais mortal como uma bala de revólver.

    A cidade de Jaraguá do Sul, sem dúvida, não é mais a mesma. Já não podemos dormir de janela aberta e tampouco atravessar a rua sem olhar para os lados. A cidade mudou e a população acompanhou essa mudança e hoje, estarrecida, olha para o passado, em busca do tempo onde os crimes, a violência e as agressões aconteciam em menor escala. O mundo mudou e com ele, Jaraguá do Sul. Nossa cidade, nosso povo, tem enfrentado uma onda crescente de violência de todos os tipos, desde assalto a caixas eletrônicos a assassinatos a sangue frio, por motivos fúteis.

    O que fazer para mudar essa realidade é a pergunta que muitos setores da sociedade estão fazendo e tentando encontrar respostas. Nesta busca não podemos deixar de lado a obrigação de encontrar os verdadeiros motivos por trás de determinados fatos. A compreensão e o respeito à vida se aprendem com bons exemplos. Se a violência cresce a cada dia é porque os exemplos ruins são maiores que os bons exemplos. “Afinal, quem planta ventos colhe tempestade”.

 
8º Torneio de Truco e 6º de Canastra PDF Imprimir E-mail
Notícias - Eventos
Sex, 11 de Julho de 2014 13:32


 
8º Torneio de Truco e 6º de Canastra PDF Imprimir E-mail
Notícias - Eventos
Sex, 11 de Julho de 2014 09:43

    O Sindicato dos Trabalhadores do Vestuário mantém abertas, até o dia 30 deste mês, as inscrições para o 8º Torneio de Truco e o 6º Torneio de Canastra que acontecem dia 2 de agosto, a partir das 14 horas, na sede do Sindicato (rua Francisco Fischer, 60, em Jaraguá do Sul). A participação nos torneios é gratuita e destinada exclusivamente para os trabalhadores e trabalhadoras vestuaristas, sindicalizados ou não. 

    O STIV oferece prêmios em dinheiro e troféus para as cinco duplas melhores classificadas (a campeã ganhará R$ 600,00 em dinheiro, e a quinta colocada, R$ 200,00). As inscrições devem ser feitas pessoalmente, na sede, sendo que as duplas podem ser mescladas (feminino e masculino), nas duas modalidades e cada participante poderá inscrever-se apenas em uma das modalidades.

    No ano passado, mais de 300 vestuaristas participaram dos dois torneios. "Os torneios acontecem há vários anos e são muito importantes porque os trabalhadores aproveitam a oportunidade também para confraternizar, trocar ideias e valorizar as atividades promovidas pelo nosso Sindicato", avalia o diretor do STIV e coordenador dos Torneios, José Pedro Soares.

 
Daqui pra frente, todo cuidado é pouco PDF Imprimir E-mail
Notícias - Vida de Trabalhador
Qui, 10 de Julho de 2014 10:55

   A partir de agora, todos os pensamentos dos brasileiros aficionados por futebol voltam-se para as eleições presidenciais que acontecem no dia 5 de outubro de 2014 e, em caso de segundo turno, no dia 26 do mesmo mês. Nunca é demais que se diga: todo o cuidado é pouco. Como ainda não temos no país uma Reforma Política que estabeleça, entre outras mudanças importantes, o financiamento público de campanha, é certo que o poder econômico vai deitar e rolar durante este período, financiando e comprando candidatos que defenderão os seus interesses nas assembleias legislativas e governos estaduais, na Câmara e Senado Federal. Por isso, mais do que nunca, é hora de estarmos muito atentos.

    Política é a arte do bem comum. Precisamos fazer campanha e eleger candidatos que efetivamente estejam ao lado da classe trabalhadora e daqueles que precisam de um poder público voltado à saúde, educação e segurança de todos, que esteja voltado a atender às reais necessidades de toda a população.

   Em uma sociedade de luta de classes, como a nossa, cada qual tem o seu interesse. O interesse dos patrões é aumentar a exploração sobre os trabalhadores, obter mais lucros à custa do nosso trabalho e fazer com que o poder público esteja a serviço de uma minoria endinheirada e não da população necessitada. Candidato que defende o interesse da classe trabalhadora não aparece somente em época eleitoral, se faz presente, sempre, em todos os momentos em que a comunidade precisa de atenção e defesa contra os aproveitadores de plantão. 

   Sabemos que, em períodos de campanha eleitoral, os apelos são muitos e as promessas são feitas como se tudo fosse fácil de fazer e conquistar. Nós, trabalhadores e trabalhadoras, temos que prestar atenção nos discursos dos candidatos e não esquecer de cobrar o que foi prometido. O movimento sindical de todo o Brasil tem uma série de reivindicações históricas até agora não atendidas e que dependem do envolvimento da classe política, como a redução de jornada sem redução de salário e o fim das terceirizações, por exemplo. Será que algum candidato se compromete com as lutas da classe trabalhadora? Vamos torcer que sim!

 
Por uma Política Nacional de Saúde da Classe Trabalhadora PDF Imprimir E-mail
Notícias - Vida de Trabalhador
Qua, 02 de Julho de 2014 15:05

    Não é de hoje que os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil lutam por mais saúde no mundo do trabalho, mais respeito aos limites físicos de cada um e mais atenção às vítimas de doenças e acidentes de trabalho.

    A realização das Conferências Macrorregionais, Estadual e Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, uma grande conquista dos movimentos sindical e social, pode ser um divisor de águas nessa questão tão delicada que é a necessidade de se criar políticas públicas que atendam as reais necessidades de quem trabalha e quer manter a saúde ou já nem a tem mais, devido às péssimas condições no ambiente de trabalho e ao descaso dos patrões e do poder público.

    Aqui em nossa região temos insistido junto ao governo municipal pela implantação de um Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) há muitos anos. Entra prefeito e sai prefeito e até agora nada, apenas conversas e promessas. A dirigente do STIV, Rosane Silva participou, como Delegada representante do segmento "usuários", da Conferência Estadual de Saúde do Trabalhador, realizada dias 26 e 27 de junho, em Florianópolis. Foram definidas 12 propostas a serem levadas para a Conferência Nacional, que acontece de 10 a 13 de novembro, em Brasília. A ampliação do número de Cerest é uma delas. As reivindicações de nossa região se juntam às de outras do país e serão analisadas na Conferência Nacional, cujo maior objetivo é implantar uma Política Nacional em Saúde do Trabalhador.

    A Conferência é uma ferramenta importante para dar voz às propostas da classe trabalhadora junto à sociedade. É através das Conferências que são definidas as políticas públicas implantadas pelo governo federal em favor da saúde dos trabalhadores e trabalhadoras.

    Além da ampliação do número de Cerest, também se espera um aumento no percentual da parcela do PIB (Produto Interno Bruto) destinada à saúde do trabalhador e maior participação da sociedade civil (Sindicato e outras entidades não governamentais) nos debates sobre o tema. Infelizmente, a pouca participação e a falta de interesse da sociedade acabam atrasando o desenvolvimento de políticas públicas favoráveis aos trabalhadores.

    Dos 32 delegados eleitos na Conferência Estadual para participarem da Conferência Nacional, 16 vão representar o segmento de usuários, entre elas a Fetiesc, as centrais sindicais, a CNBB e Federação das Associações de Moradores de SC.

 
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