Sede Recreativa será revitalizada PDF Imprimir E-mail
Notícias - Vida de Trabalhador
Qua, 17 de Setembro de 2014 20:51

    O projeto de revitalização da Sede Recreativa do STIV, localizada no bairro Ilha da Figueira, foi apresentado aos trabalhadores presentes na Assembleia Geral realizada na manhã de sábado, dia 13 de setembro. A decisão da diretoria vai trazer novas perspectivas ao local, que será parcialmente reformado para melhor servir à categoria. As obras começam em breve e serão realizadas em três etapas.

    No dia 29 de setembro terá início a primeira etapa do projeto de revitalização, que será entregue no segundo semestre do ano que vem. Ao ser adquirida, em maio de 1999, a área total da Recreativa era de 35,2 mil metros quadrados, sendo ampliada nos anos seguintes para 73 mil metros quadrados.

    Neste novo projeto muita coisa será aproveitada, mas o complexo aquático, formado por seis piscinas, vai desaparecer, dando lugar a outros tipos de atividades de lazer e integração. Sob responsabilidade do arquiteto Renato Drechsel, o projeto prevê, nesta primeira etapa, a instalação de seis churrasqueiras, parque infantil, área coberta com 900 metros quadrados, salão para locação de festas infantis e instalações sanitárias, sendo que todos os locais terão acessibilidade a cadeirantes. Com a reformulação da Sede Recreativa esperamos atrair mais trabalhadores ao local, que passará a ser usado durante todos os meses do ano, não apenas no verão, como vinha acontecendo.

    Como o lazer e a integração da nossa categoria são prioridades da diretoria do nosso Sindicato, decidimos revitalizar a Sede Recreativa. Jamais pensamos em deixar a classe trabalhadora sem um espaço de lazer mas, sim, adquirir outro local ou reestruturar o já existente, por considerarmos importante para os trabalhadores vestuaristas e à comunidade de Jaraguá do Sul. Até meados do ano de 2015 esperamos inaugurar a primeira etapa do projeto de revitalização da Sede Recreativa, repleta de novas opções de atividades de lazer.

 
Sindicato forte se faz com a participação do trabalhador PDF Imprimir E-mail
Notícias - Vida de Trabalhador
Qui, 11 de Setembro de 2014 10:50

    O Sindicato só se fortalece com a participação dos trabalhadores. Sem os trabalhadores, o Sindicato não consegue ir adiante em suas aspirações, metas e objetivos. Tudo o que o Sindicato conquista é fruto da união e do envolvimento da categoria, que precisa ter consciência da importância da organização na luta por melhores salários e condições de trabalho. Tudo é resultado de lutas. Se lutando já é difícil, sem luta é muito mais!

    Ao longo de sua história – são 47 anos de existência – o STIV tem priorizado a defesa e a ampliação dos direitos dos trabalhadores vestuaristas. Além do aspecto econômico, que é vital, o Sindicato também atua na formação e informação da categoria, no sentido de que todos entendam o funcionamento do Sindicato, a sua missão e os objetivos da entidade sindical, que é a única representante legal da categoria.

    A participação dos trabalhadores e das trabalhadoras nas atividades promovidas pelo Sindicato, como as Assembleias da Campanha Salarial, palestras, debates, atividades de lazer, esporte e integração, é fundamental para que as coisas aconteçam, que os salários melhorem e que tenham fim o assédio moral e todos os outros tipos de violação de direitos que costumam ocorrer no ambiente de trabalho.

    Para ser forte e conquistar cada vez mais, o Sindicato necessita do trabalhador e o trabalhador, por sua vez, precisa do Sindicato pois, sem ele, não teríamos os direitos que hoje temos. Sem o Sindicato o trabalhador ficaria a mercê da ganância e da insensibilidade social, comuns à grande maioria dos patrões.

    O Sindicato é a casa do trabalhador. O Sindicato não existe por acaso. Participe das assembleias, das negociações, filie-se, dê sua contribuição à luta. Nossos direitos são fruto de muitas batalhas e para garanti-los temos que ter sindicatos fortes. Se hoje temos emprego, salário, Previdência, plano de saúde e tantos outros direitos assegurados, é graças ao Sindicato.

    O movimento sindical foi decisivo para a conquista da democracia e da liberdade. Se dependesse da empresa, o reajuste de salário seria de 0%, seus direitos seriam reduzidos e os benefícios retirados. Isso só não acontece porque lutamos coletivamente e porque o Sindicato luta por você.

    Neste sábado, 13 de setembro, a partir das 9h, na sede do Sindicato, acontecem as Assembleias específicas com os associados e associadas. Vamos aprovar as contas do ano passado, prever o orçamento do ano que vem e definir a reestruturação da Recreativa do STIV, na Ilha da Figueira. Participe.

 
Independência e realidade PDF Imprimir E-mail
Notícias - Vida de Trabalhador
Qui, 04 de Setembro de 2014 09:44

     Estamos em plena Semana da Pátria, período normalmente destinado a comemorações e festejos relacionados à independência do Brasil, fato ocorrido em 1822 e que livrou o nosso País do domínio de Portugal, conforme consta nos livros de História. O dia oficial da Independência do Brasil é 7 de setembro, que neste ano é domingo próximo. Nós, da diretoria do STIV, queremos conclamar os trabalhadores e trabalhadoras da categoria a refletirem sobre o real significado da palavra independência e do que a mesma representa para a construção de nossa cidadania.

    Queremos lembrar a todos e todas que a verdadeira liberdade não reside apenas em direitos e deveres, mas inclui uma participação consciente e responsável na sociedade e que tudo o que conquistamos é fruto de organização, participação e intervenção social.

    Teoricamente, quando o Brasil se “libertou de Portugal” a população brasileira passou a ter direito de cidadão, o que significa estar incluído na vida social e apto a tomar decisões. Quem não tem cidadania está marginalizado, excluído e fica em posição de inferioridade dentro do grupo social.

    Nós, trabalhadores e trabalhadoras do Vestuário, lutamos bravamente para manter nossa cidadania e
nossos direitos, duramente conquistados.

   Passados quase 200 anos da Independência do Brasil, podemos afirmar que o povo brasileiro ainda não consegue usufruir dessa liberdade. Ainda somos escravos do capital e o poder econômico dita as regras do jogo, indiferente aos baixos salários e ao descontentamento generalizado de toda uma Nação.

    Nesta Semana da Pátria vamos rever nossos valores e refletir sobre a qualidade de nossa participação e intervenção na sociedade. Será que estamos zelando de forma eficiente para que nossos direitos e de nossos filhos não sejam violados? Será que estamos em sintonia com os
novos tempos ou ainda somos vítimas da falta de liberdade, da opressão e da pobreza?

 
PLEBISCITO POPULAR PDF Imprimir E-mail
Notícias - Vida de Trabalhador
Qui, 28 de Agosto de 2014 08:29

Diga sim à reforma do Sistema Político

Entre as inúmeras vantagens da reforma política proposta pela sociedade, sem dúvida a principal delas é coibir o poder do dinheiro e o abuso econômico presente nas campanhas eleitorais. Essa é apenas uma das razões do STIV para aderir ao Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político, que acontece na semana da pátria (de 1° a 7 de setembro) em todo o território nacional.

Neste período serão coletados os votos que vão responder à pergunta: Você é a favor de uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político? Podem votar todas as pessoas com mais de 16 anos.

O nosso Sindicato participa dessa campanha e da tarefa de coletar votos. Durante toda a Semana da Pátria estaremos coletando votos na sede do Sindicato e em mutirões promovidos pelo Comitê Regional do Plebiscito, formado pelos Sindicatos de Trabalhadores da região e outras entidades populares e que está instalado no Sinsep (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais). Se a maioria da população responder sim à pergunta do plebiscito, será dado o início ao processo de reforma política, que é o objetivo final do plebiscito.

Atualmente, os políticos do Congresso Nacional não representam os trabalhadores e trabalhadoras – 70% são fazendeiros e empresários, apenas 9% são mulheres, 8,5% são negros e menos de 3% são jovens. O Brasil funciona à base dos trabalhadores, as mulheres são metade da população, os negros representam 51% da população e os jovens, 40% do eleitorado brasileiro.

Sendo assim, nada mais coerente que lutar pela reforma política que nos dê mais democracia, condições de enfrentar o poder econômico e garantir a participação popular representativa.

Trabalhador e trabalhadora: participe do plebiscito e diga sim à reforma política.

Durante a Semana da Pátria, vote.

 
DEPRESSÃO PDF Imprimir E-mail
Notícias - Vida de Trabalhador
Qui, 21 de Agosto de 2014 10:35

Mal que ataca a alma e pode até matar

    A depressão tem se mostrado uma doença cruel, que aparentemente chega devagar e vai corroendo a vontade de viver. Ataca a alma e destrói a esperança. E, quando não tratada, pode até matar. As causas são várias, entre elas o estresse ocasionado por situações que não conseguimos controlar.

   As relações conflitantes de trabalho podem causar depressão e o assédio moral tem sido uma das principais razões da infelicidade de milhares de trabalhadores e trabalhadoras que, por falta de apoio, acabam deprimidos. A depressão pode ocorrer em qualquer idade mas, segundo especialistas, é mais comum nas mulheres adultas. Tem base orgânica e biológica, sendo, às vezes, genética e hereditária.

    Em nossa categoria temos observado que um número cada vez maior de trabalhadores e trabalhadoras tem apresentado os sintomas de depressão, que vão desde o comprometimento do raciocínio à incapacidade de sentir prazer. Além disso, engorda por causa do aumento do cortisol, hormônio ligado ao metabolismo. A depressão é uma doença grave, sim,mas tem cura: remédios, terapia e apoio da família e amigos.

    Atualmente estima-se que a depressão atinja 30% da população mundial, ou aproximadamente 350 milhões de pessoas, sendo responsável por até 90% das tentativas de suicídio. O ator Robin Williams sofria de depressão e se matou usando um cinto para se enforcar. De cada três pessoas, pelo menos uma teve, tem ou terá algum episódio depressivo durante a vida.

    De acordo com o Ministério da Saúde, de 2003 a 2013 houve aumento de 14,7% no número de internações pelo Sistema Único de Saúde (SUS) por depressão, no país. A quantidade de pessoas que ocuparam os leitos hospitalares saltou de 53.700 para 61.604 em uma década. A internação é indicada para pacientes em estágio tão avançado da doença que não conseguem se alimentar, sair da cama, aceitar medicamento ou têm a vida em risco. Portanto, depressão não é frescura nem tristeza, é doença grave.

 
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